SRAM NX Eagle 12 velocidades chega com tecnologias de gamas superiores

14/06/2018 19:43 Ciclismo
   SRAM / Divulgação /
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Em maio de 2016, a SRAM balançou o mercado de transmissões de bicicleta ao introduzir seus grupos de 12 velocidades. Batizados de Eagle, os grupos primeiramente foram apresentados nas versões XX1 e X01, de topo de linha. De lá pra cá, a tecnologia desceu pela gama da marca norte americana com a apresentação do GX Eagle.

Agora, com a chegada do NX Eagle, a SRAM cria uma nova porta de entrada para o mundo das 12 velocidades, apostando em tecnologias herdades de seus irmãos mais velhos para oferecer as vantagens dos sistemas de grande amplitude apenas uma coroa para um público ainda maior.
 

Há alguns meses, a SRAM apresentou seu novo padrão de movimentos centrais e pedivelas DUB - Durable Unifying Bottom Bracket - que apostam em um eixo de 28.99mm para manter a compatibilidade com uma ampla gama de quadros, além de aumentar a resistência contra impurezas com selos maiores dos que os de eixos de 30mm.Além de contar com esta nova tecnologia, as pedivelas Eagle NX apostam nas coroas com dentes X-Sync 2 da SRAM, que melhoram a retenção da corrente com dentes cuidadosamente esculpidos. Para manter uma boa relação entre peso e custo, os braços do componente são feitos de alumínio forjado.

Assim como seus irmãos mais avançados, o NX Eagle também funciona horizontalmente graças à tecnologia X-Horizon, criada especificamente para grupos de uma coroa. A polia inferior também é X-Sync, funcionando bem cassetes 11-50 ou 10-50. A sistema ainda conta com a trava Roller Bearing Clutch Tipo 3 da marca, que proporciona um ótimo controle da corrente, reduzindo ruídos e quedas acidentais.
 

O novo trigger NX Eagle possui as versões para bicicletas convencionais e para E-MTBs. A diferença básica é que, no segundo caso, apenas uma marcha pode ser trocada por vez, reduzindo os riscos de danos à corrente causados pelo grande torque deste tipo de bicicleta. O modelo é compatível com a abraçadeira Matchmaker X.
 

Foi no cassete que a SRAM guardou o grande "pulo do gato" do novo NX Eagle, já que ele tem algumas diferenças básicas se comparado aos seus irmãos mais avançados. A primeira coisa que se nota é a construção mais "convencional" com pinhões feitos em aço estampado e pinos de inox, fugindo do padrão X-Dome.

Este detalhe certamente reduz os custos de produção, já que os cassetes X-Dome são feitos basicamente a partir de um bloco de alumínio usinado - o que gera um gasto maior de material, tempo de produção e ferramental.

Outro detalhe é que, diferente dos outros Eagles, este cassete foi projetado para funcionar com rodas livres convencionais (não XD), o que reduz os custos de adaptação. Por outro lado, estas características geram um componente um pouco mais pesado e com menos amplitude de marcha, já que o pinhão pequeno tem 11 dentes - o grande continua sendo feito em alumínio e tendo 50 dentes.
 

Construída com pinos sólidos, a corrente é a base do grupo. Para manter o funcionamento silencioso e suave, ela utiliza placas internas lisas e arestas arredondadas. Com isso, ela pode trabalhar com ângulos maiores mantendo suas características de durabilidade e resistência. Assim como outras correstes Eagle, ela vem equipada com o link de montagem PowerLock.
 

 


Mais informações no site da SRAM.
 

Fonte: Gustavo Figuereido     / Pedal

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